Vivian Salama at PostGlobal

Vivian Salama

USA/Middle East

Vivian Salama is an award winning reporter, producer and blogger. Currently based in Lahore, Pakistan, she has reported for various publications from across the Middle East, Sub-Saharan Africa, the Balkans, the United States and North and South Korea. She has also appeared as a commentator on the BBC, France24, South African Broadcasting Corp., TVNZ, NPR and as a reporter for Voice of America radio. Her byline has appeared in numerous publications including Newsweek, USA Today, the International Herald Tribune, the National, Jerusalem Post, and the Daily Star. Salama has an MA in Islamic Politics from Columbia University and she previously worked as a lecturer of international journalism at Rutgers University. Close.

Vivian Salama

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Yanktipathy

Yanktipathy [n]. Distaste for all things American, full stop.

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All Comments (10)

geena:

nice suggestion all. it helps alot on a word for year.

JOAO DA ROCHA:

A CRISE AMERICANA ESTÁ MESMO É NOS BANCOS QUE NÃO QUEREM DEVOLVER O QUE
GANHARAM COM OS FINANCIAMENTO PODRES


O sistema financeiro sempre manipulou e controlou a seu favor, a economia dos EUA e com reflexos na economia mundial.

Agora ficou claro, que depois de décadas, os cartéis financeiros já não terão mais os Bancos Centrais como os seus principais aliados. Os americanos descobriram tarde, mas conheceram os males que quase todos Bancos Centrais estão causando à economia mundial, em beneficio da maior concentração de riquesas.

E o Tesouro americano deixou bem claro, no pacote que deu publicidade, que não vai injetar recursos do Povo americano para a manutenção dos abusivos Lucros que os Bancos tiveram com os créditos podres. Se os Bancos criaram e ainda alimentam a crise, que não foi contida por incompetencia ou conivencia dos Bancos Centrais, que eles resolvam os problemas que criaram e com os seus próprios recursos.

E o espaço para ganhos fáceis com o Capital especulativo, está se estreitando cada vez mais na Europa, Ásia e Americana do Norte.

Não sei porque o Brasil, como a décima economia mundial, não está seguindo a mesma tendencia e continua pagando ágio de 160% acima da inflação ( talvez o maior do mundo) para a rolagem de sua dívida.

Se o G-20 se unisse, como se uniram a OPEP, os Cartéis Financeiros e outros mais, determinando, através de um Tratado, que o ágio sobre a inflação de qualquer um desses países não pode passar de 3%. O montante da economia, com essas simples providencias, passaria tranquilamente de US$ 1 trilhão e esses recursos que estão indo para a improdutividade, passariam a ser melhor aproveitados e alocados em educação, saúde, transportes rodoviários, ferroviários e urbano ( de qualidade)e em
em saneamento básico. E o mais importante é que reduziria expressivamente a concentração de riquesas. São sugestões factíveis de se concretizarem em curto prazo.

A redefinição da importancia dos bancos centrais e no modelo atual de ação, é absolutamente necessária. Que esses Bancos passem, de fato, a defender o Tesouro de seus países e não o Tesouro dos Cartéis Financeiros.É um tema que deve ser amplamente discutido. Querem porque querem ampliar a crise americana. Mas não será fácil enfrentar a realidade de uma economia que responde por mais de 25% do PIB Mundial e financia o seu deficit com ágio próximo de zero. Aonde mesmo está a recessão? Só mesmo na redução dos abusivos Lucros dos Bancos ?. Porque no Estado americano, não está. E é lamentável o Brasil continuar como um Paraíso para a especulação financeira mundial

Robert of Los Angeles:

Garak, I think you mean "estate taxes" as she would be a fine poster girl for letting ne'er-do-well children get it all. I doubt she is investing to great profit.

Garak:

ParisHiltonomics (n): that branch of theology positing that cutting taxes on investment income brings economic rapture.

JOSE:

Yanktipathand (v): Strong dislike for American things: (Irregular verb {it have to be a yanktipath verb): past= yanktipathood, pastpartiple = yanktipathown)

Yanktipather (n): yanktipath promoter.

Yanktipathable (adj): American action or things plaussible to be yanktipathown.

unyanktipather (n): People who efforts to reduce facts in order to avoid it to be yanktipathable.

Roy:

how about:

neochristian (knee-oh-christian)

1. American form of new "Christianity" based on hatred of a common enemy such as gays, Muslims Mexicans, and anything that looks and sounds different.

2. American sects of Dobson, Haggard, Robertson, Craig and Vitters who set strong standards for others based on narrow right-wing judgments from which leaders of the sect are exempt in their own behavior.

3. Traitors to the US Constitution as proponents of a "Chritian Nation" theocracy. Political agendas such as "take this nation back for Christ". See also Mike Huckabee.

4. Wanna be evangelicals for political gain as in Mormons who pretend they are in the mainstream religious right even though they had a Protestant Pastor portrayed at the side of Satan in their temple wedding rites. See Mitt Romney.

Robert of Los Angeles:

Great, KT
Here's mine
Git-morons - those comparing Guantanamo (Gitmo) with the Gulag, and Abu Gharib with Auschwitz and proving themselves ignorant and morally undiscerning at the same time.

_kt_:

adj. Yanktipathetic. The quality of being full of knee-jerk Yanktipathy.

Yanktipatheticism - fervent, unquestioning, obsessive Yanktipathy. Example: "A high priest of Yanktipatheticism, he was disappointed in the recent decrease in violence in Iraq as he feared that it might raise the credibility of the US."

Sal:

Interesting words.

A:

Quite clever!

PostGlobal is an interactive conversation on global issues moderated by Newsweek International Editor Fareed Zakaria and David Ignatius of The Washington Post. It is produced jointly by Newsweek and washingtonpost.com, as is On Faith, a conversation on religion. Please send us your comments, questions and suggestions.